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Há Fado no Cais

Aldina Duarte

«A voz inteligente.»
Miguel Lobo Antunes

«Aldina. Ela não aprende a ser outra. Como alguém que de novo se perdeu para de novo encontrar um novo sítio. E de novo encontrou – é substância densa.»
Gonçalo M Tavares

«Há vozes que não se ouvem, surgem de dentro do nosso próprio corpo. É assim a voz da Aldina.»
Pedro Cabrita Reis

 

Aldina Duarte apresenta o seu mais recente trabalho, Tudo Recomeça, ao vivo.

Um dos maiores desafios criativos do Fado Tradicional é nunca estar acabado. Aldina dá a ouvir como um Fado cresce no tempo e se transforma com o seu intérprete e as circunstâncias em que vive. Fados que nunca deixou de cantar nos concertos, desde que foram gravados; fados que sempre cantou ao vivo e que nunca foram gravados. Uma antologia que mostra a história do Fado de Aldina nos palcos.

Manel Cruz continua a ser o único compositor dos temas originais de Aldina, fora do fado tradicional; é ele quem inventa um novo fado feito à imagem e semelhança da personalidade artística de Aldina. Neste novo trabalho, destaca-se Ela, o retrato de Aldina por Manel Cruz.

Paulo Parreira, guitarra portuguesa, e Rogério Ferreira, viola, são a pedra angular de todo o trabalho. Aldina é responsável pela estrutura e ambientes musicais, de acordo com a sua apurada visão poética, sendo autora de parte do repertório. Os seus músicos descobrem e executam as soluções musicais conforme as características de cada instrumento, sem fugir à essência da linguagem musical do fado.

Há uma sonoridade que pertence exclusivamente a este trio, que é inconfundível e arrebatadora; uma dupla que faz parte da história do fado de Aldina, que como alguém um dia disse: «É um fado muito nosso e só dela.»

Foto: ©Isabel Pinto

Co-produção: Museu do Fado / Egeac e CCB