Museu do Fado
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Ricardo Rocha
( 1 Janeiro, 1974 )
Ainda na infância, por volta dos oito anos, o músico começou, então, a tocar guitarra portuguesa como auto-didacta. Com dezasseis iniciou-se no piano, compondo peças para cravo, guitarra, violino e viola mas continuando a guitarra portuguesa a fazer parte dos seus estudos. Daí que, hoje em dia, executa com notável perfeição, os repertórios de alguns mestres como Carlos Paredes ou Pedro Caldeira Cabral.

“Poder-se-ia afirmar que Ricardo Rocha é o segredo mais bem guardado da música portuguesa. Unanimemente considerado o mais seguro valor da nova geração de guitarristas portugueses, Ricardo Rocha é um verdadeiro talento musical.

Neto de Mestre José Fontes Rocha, desde cedo começou a tocar, não Guitarra como seria de esperar, mas sim Viola Clássica, tendo por professor Manuel Martins que fora durante uma longa temporada um dos músicos privativos de Amália Rodrigues.

Ainda na infância, por volta dos oito anos, o músico começou, então, a tocar guitarra portuguesa como auto-didacta. Com dezasseis iniciou-se no piano, compondo peças para cravo, guitarra, violino e viola mas continuando a guitarra portuguesa a fazer parte dos seus estudos. Daí que, hoje em dia, executa com notável perfeição, os repertórios de alguns mestres como Carlos Paredes ou Pedro Caldeira Cabral.

Mais tarde, começa a compor as suas próprias obras e duetos com João Paulo Esteves da Silva, um pianista da área da música clássica muito respeitado. Participa no Festival de Guitarras organizado pela EXPO 98, alcançando enorme êxito. Das participações em trabalhos discográficos destacam-se, entre outros, as gravações de com Maria Ana Bobone no CD “Senhora da Lapa” e com João Paulo Esteves da Silva em “Luz Destino”, que incluem temas originais do guitarrista.

Acompanhante dos maiores cantores portugueses da actualidade, divide a sua actividade entre casas de fado e espectáculos para os quais é constantemente solicitado.

Em 2001, participou no evento "Um Porto de Fado" promovido pela Porto 2001, nos claustros do Convento São Bento da Vitória.

Também apaixonado pela música contemporânea, Ricardo Rocha aponta como suas principais influências compositores e intérpretes do século XX, como Glenn Gould, Steve Reich, Schonberg e Keith Jarrett, que considera "artistas muitos especiais", mas guardando uma admiração distinta por Bach, pois, para ele, foi o verdadeiro génio.

"Voluptuária" é o seu primeiro trabalho discográfico a solo, lançado em Maio de 2003.

É um álbum duplo composto por 23 peças para guitarra portuguesa solista, à excepção de três peças acompanhadas ao cravo por João Paulo Esteves da Silva e de quatro peças acompanhadas ao violino por Maria Balbi ou Daniel Rowland. Ricardo Rocha escreveu a grande maioria das peças que compõem "Voluptuária", à excepção de quatro que são da autoria de Pedro Caldeira Cabral e de outras quatro que são da autoria de Carlos Paredes (das quais duas em arranjos do próprio Ricardo Rocha).

Desde o lançamento do disco, Ricardo Rocha tem-se apresentado em várias salas do país. Em Setembro de 2003, foi convidado a apresentar o seu disco no New Jersey Performing Arts Centre.

Em 2004, recebeu o Prémio Carlos Paredes pelo seu disco “Voluptuária”, considerado o melhor disco de música instrumental lançado no ano de 2003 e tem realizado diversas apresentações dentro e fora do país.

Desde então, Ricardo Rocha tem-se apresentado a solo em várias salas do país e do estrangeiro. Apresenta-se também regularmente ao lado da pianista austríaca Ingeborg Baldaszti e do fadista Carlos do Carmo.

Compôs alguns temas para o disco “Nome de Mar” de Maria Ana Bobone, sendo também responsável pela direcção musical.

No ano de 2006, a par de alguns concertos, dedicou parte do tempo à concepção do próximo trabalho discográfico que conta editar em breve.”

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Última actualização: Julho de 2008



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